sexta-feira, 22 de maio de 2009

uma simples Sexta-Feira .

Andei refletindo, a vida é realmente muito engraçada, perdemos pessoas que pareciam ser eternas, perdemos sentimentos que pareciam nos fazer felizes. Sentimento esse que parecia grande, imbátivel e inexplicável, que no fim das contas acabou se perdendo todo, e não sobrou um pingo de afeto! Algo que antes seria uma coisa muito importante na tua vida, e agora ja não te faz bem, aquele que tu dizias ser teu melhor amigo simplesmente virou a cara na hora que mais precisastes! Não, eu não fiquei na pior, pois eu não posso amar uma pessoa que simplesmentes me despreza, é ... não posso! Ta certo, parece que falta algo em mim, eu confesso. Mas algo passageiro , não vou ficar assim pra vida toda, não quero , não devo e não posso. Mas por mais que eu tente esquecer o passado , memorias vem me enlouquecer, que eu posso fazer? Ja não sou o cara ideal, mas é meu jeito , sou assim e sempre serei , niguem vai me mudar! Acabei afastando uma pessoa que pra mim, era o melhor, era o meu sustento, era o meu irmão. Mas não vou chorar , tenho a conciêcia limpa de que fiz o melhor para o bem, se não deu certo, não foi culpa minha e sim do destino! Concerteza eu vou te perdoar, pois eu gosto muito de ti, mas NADA vai voltar a ser como antes, nada! É cada um com a sua vida , e Deus por todos. E mais uma vez venho a dizer, realmente a vida é engraçada!

PS: NÃO FOI UMA INDIRETA PRA NINGUEM !

sábado, 2 de maio de 2009

vou te esperar ..


Tenho tanto pra dizer
mas não sei como falar.
Fecho os meus olhos,
lembro de você
queria tanto te encontrar.
Você está tão longe
e nem imagina
o que estou vivendo,
como estou sofrendo
por não te ter,
ter que conviver
com a saudade e a solidão
você partiu
e levou meu coração.
Um céu sem estrelas,
primavera sem flor,
um sol sem calor.
é a minha vida
sem o teu amor.
Te amo, te adoro, te quero
hoje e sempre vou te amar,
por isso sem medo
vou te esperar.

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Saudade.


Tenho razão de sentir saudade,
tenho razão de te acusar.
Houve um pacto implícito que rompeste
e sem te despedires foste embora.
Detonaste o pacto.
Detonaste a vida geral, a comum aquiescência
de viver e explorar os rumos de obscuridade
sem prazo sem consulta sem provocação
até o limite das folhas caídas na hora de cair.
Antecipaste a hora.
Teu ponteiro enlouqueceu, enlouquecendo nossas horas.
Que poderias ter feito de mais grave
do que o ato sem continuação, o ato em si,
o ato que não ousamos nem sabemos ousar
porque depois dele não há nada?
Tenho razão para sentir saudade de ti,
de nossa convivência em falas camaradas,
simples apertar de mãos, nem isso, voz
modulando sílabas conhecidas e banais
que eram sempre certeza e segurança.
Sim, tenho saudades.
Sim, acuso-te porque fizeste
o não previsto nas leis da amizade e da natureza
nem nos deixaste sequer o direito de indagar
porque o fizeste, porque te foste.